
A espera é um suplício. A esperança é um dom. O saber esperar é uma arte.
O saber esperar depende do grau de esperança que depositamos em determinada situação, algo totalmente relacionado à nossa capacidade de manter sob controle a ansiedade, e em “banho maria” o desespero.
A espera pode ser maior ou menor, variando de acordo com o grau de dificuldade em se alcançar determinado intento. E se por acaso a empreitada depender de fatores externos, então a espera pode se tornar algo sem fim. Porém, devemos sempre nos lembrar que o tempo cronológico e o tempo psicológico caminham em passos distintos. Logo, é melhor mantermos sempre o relógio psicológico em atraso... (Isso sim podemos chamar de “ilusionismo”!)
E a esperança? Bem, a esperança dura enquanto consideramos que a espera não foi demasiado longa, e enquanto nos mantemos firmes na prática cotidiana do saber esperar.
Mas, e quando a esperança se desgasta, a espera já é tortura e o saber esperar se torna coisa de quem tem tempo a perder?
O remédio...?
Boa pergunta... Talvez o remédio esteja próximo de algo como respirar fundo, fechar os olhos e entender que quando aparentemente não há mais nada a se fazer, quando já se esgotaram as possibilidades, a coisa mais “ativa” e racional que podemos fazer é continuar esperando...
Todavia, toda espera, longa ou curta, deve sempre estar carregada de ESPERANÇA. Mas esperança de verdade, aquela que alguns também costumam chamar de FÉ ou CONFIANÇA. Não importa se a fé é em Deus, em si próprio, no destino ou no que quer que seja. O importante é acreditar que o que se quer que seja HÁ DE SER... E, se mesmo depois de tanta espera não for... Definitivamente, é porque não ERA PRA SER. Até eu discordo disso em alguns momentos, mas isso às vezes pode servir de consolo...
O saber esperar depende do grau de esperança que depositamos em determinada situação, algo totalmente relacionado à nossa capacidade de manter sob controle a ansiedade, e em “banho maria” o desespero.
A espera pode ser maior ou menor, variando de acordo com o grau de dificuldade em se alcançar determinado intento. E se por acaso a empreitada depender de fatores externos, então a espera pode se tornar algo sem fim. Porém, devemos sempre nos lembrar que o tempo cronológico e o tempo psicológico caminham em passos distintos. Logo, é melhor mantermos sempre o relógio psicológico em atraso... (Isso sim podemos chamar de “ilusionismo”!)
E a esperança? Bem, a esperança dura enquanto consideramos que a espera não foi demasiado longa, e enquanto nos mantemos firmes na prática cotidiana do saber esperar.
Mas, e quando a esperança se desgasta, a espera já é tortura e o saber esperar se torna coisa de quem tem tempo a perder?
O remédio...?
Boa pergunta... Talvez o remédio esteja próximo de algo como respirar fundo, fechar os olhos e entender que quando aparentemente não há mais nada a se fazer, quando já se esgotaram as possibilidades, a coisa mais “ativa” e racional que podemos fazer é continuar esperando...
Todavia, toda espera, longa ou curta, deve sempre estar carregada de ESPERANÇA. Mas esperança de verdade, aquela que alguns também costumam chamar de FÉ ou CONFIANÇA. Não importa se a fé é em Deus, em si próprio, no destino ou no que quer que seja. O importante é acreditar que o que se quer que seja HÁ DE SER... E, se mesmo depois de tanta espera não for... Definitivamente, é porque não ERA PRA SER. Até eu discordo disso em alguns momentos, mas isso às vezes pode servir de consolo...

0 comentários:
Postar um comentário